Tecnologia

Saiba quais os problemas mais comuns em smartphones e como evitá-los

People show their smartphones on December 25, 2013 in Dinan, northwestern France. AFP PHOTO / PHILIPPE HUGUEN (Photo credit should read PHILIPPE HUGUEN/AFP/Getty Images)

Seu smartphone quebrou, mas a grana está curta para substituí-lo por um novo? A solução, então, será recorrer a uma assistência técnica. Um levantamento da Conserta Smart aponta os tipos de conserto mais realizados em smartphones pelos brasileiros.

O estudo levou em consideração a base de usuários da empresa, composta por aproximadamente 85 mil pessoas. Os consertos até podem ser um caminho mais econômico, mas seria muito melhor evitá-los, né? Veja abaixo quais os problemas mais comuns e como fugir deles.

1. Troca de tela

A substituição das telas –seja por trincos ou por defeitos no touch– é a líder absoluta do ranking de reparos de smartphones. O motivo corresponde a 46% dos atendimentos da rede. Para evitar fazer parte dessa estatística, há algumas medidas preventivas, a começar pelo uso de películas e de capas protetoras, como indica Felipe Marchese, CEO da empresa.

“Não é garantia de proteção total, mas já traz uma boa proteção”, afirma Marchese, que também recomenda o uso da película de vidro, já que a comum só protege contra riscos, mas não quedas, bem como a preferência por capinhas de silicone com as bordas salientes em relação ao display. “Evite as capas duras, já que não amortecem o impacto das quedas”.

Marchese orienta ainda que os usuários evitem colocar os aparelhos no bolso com outros objetos. “Essa movimentação pode vir a quebrar a tela”, diz ele, que também sugere que só se mantenha o celular na mão quando estiver em uso. “Caso contrário, há grandes riscos de derrubá-lo”.

2. Não liga mais

Responsáveis por 11% dos reparos, os aparelhos que deixam de ligar ocupam a segunda posição do ranking. Mas, como afirma Marchese, esse é o motivo que mais causa danos ao bolso dos usuários.

Não há uma única razão que leva um smartphone à morte. Ele, no entanto, diz ser possível prevenir a partir da conservação e do bom uso do dispositivo. “Não use um carregador de má qualidade –pirata e/ou paralelo–, pois transmite uma frequência com variação para o aparelho e favorece a queima do conector de carga”, aponta.

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