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Laudo do IML descarta violência sexual em criança sequestrada em Panelas

Foto: Reprodução/G1

Durante uma coletiva de imprensa realizada pela Secretaria de Defesa Social (SDS) na manhã desta quinta-feira (28) no Recife, foi divulgado o laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, que descartou que a criança de três anos, sequestrada em Panelas, tenha sofrido violência sexual.

De acordo com a gerente da Polícia Científica, Sandra Santos, a criança apresentava descuidos, mas não foram encontrados indícios de abuso sexual.

“A criança foi levada ao IML de Caruaru. Lá, o perito médico legista José Alves fez a perícia traumatológica e a perícia sexológica. Ele não confirmou a informação de que a criança havia sido estuprada. Segundo o médico, não há nenhum sinal de violência sexual e física na criança”, afirmou a gerente geral da Polícia Científica, Sandra Santos.

A informação divulgada na coletiva contradiz o que foi dito na manhã desta quinta-feira (29) pela Polícia Civil. Anteriormente, a polícia havia divulgado que um médico da policlínica do município, onde a criança foi atendida, teria informado que o hímen dela estava rompido.

Entenda o caso

A menina de três anos sequestrada em Panelas, no Agreste de Pernambuco, foi encontrada na quarta-feira (27) em Catende, na Mata Sul. De acordo com a Polícia Civil, a criança está bem e já foi entregue a família. Ela havia sido sequestrada no domingo (24) na frente da mãe dela. Segundo a Polícia Militar, o trio de criminosos chegou na casa da vítima, pediu água e, em seguida, levou a criança. Ainda segundo a PM, a mãe tentou evitar que a filha fosse levada, mas foi ameaçada com uma arma de fogo.

Ainda na quarta-feira (27), um carro suspeito de ser utilizado para sequestrar a menina foi localizado dentro de um galpão de ferro velho, no bairro Massaranduba, em Garanhuns, no Agreste. Ainda segundo a Polícia, o carro deve passar por uma perícia ainda esta semana. Um retrato falado dos suspeitos foi confeccionado para ajudar nas investigações do crime.

Fonte :

G1

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